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Gestão de contratos recorrentes: quando a planilha deixa de dar conta

· 3 min de leitura

Uma planilha de controle de contratos resolve bem enquanto a carteira é pequena e uma pessoa cuida dela. Ela deixa de dar conta quando o fechamento do mês passa a depender de conferência manual: reajuste que passa da data, hora excedente que fica fora da nota e preço que ninguém sabe de quando é.

As colunas que uma boa planilha tem

Os sinais de que ela chegou ao limite

Quanto custa cada erro

Exemplo. Uma carteira de 40 contratos com mensalidade média de R$ 3.000,00. Se três deles passam um ano sem o reajuste de 4,5%, são R$ 135,00 por contrato por mês, ou R$ 4.860,00 no ano. Com dez horas excedentes de R$ 150,00 esquecidas por mês, mais R$ 18.000,00 no ano.

O que exigir de um sistema

Como migrar sem parar o faturamento

  1. Arrume a planilha: uma linha por contrato, datas no mesmo formato, CNPJ completo.
  2. Confira a data-base e o índice de cada contrato.
  3. Importe a carteira e confira o que entrou.
  4. Feche um mês no sistema e compare com o mês feito na planilha antes de desligá-la.

Como o Vallira ajuda

O Vallira importa clientes e contratos por planilha, de uma vez, e mostra o que entrou e o que precisa de ajuste. Depois, cada preço fica com a sua vigência, o reajuste aparece na data-base e o fechamento sai com a memória de cálculo. Veja a gestão de contratos no Vallira.

Perguntas frequentes

Uma planilha de Excel serve para controlar contratos?

Serve para poucos contratos e uma pessoa cuidando. Com reajustes, horas e notas todo mês, os erros começam a custar mais que um sistema.

Preciso digitar tudo de novo para sair da planilha?

Não. Com a planilha organizada, uma linha por contrato, a carteira entra por importação.

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